Las Doenças do cólon e do reto abarcam um grupo de alterações que afetam o trato digestivo final e podem influenciar a digestão, o trânsito intestinal e a evacuação. Algumas das mais frequentes são a colite, os pólipos, a diverticulose, as hemorroidas y cancro colorretal, e os seus sintomas podem variar de dor abdominal e alterações no ritmo intestinal a sangramento ou desconforto ao defecar. Seguidamente, veremos em que consiste cada uma delas de forma clara e simples.
Pólipos do cólon e reto
Em que consiste?
Los pólipos no cólon e reto são crescimentos anómalos que aparecem na mucosa do intestino grosso. Na maioria dos casos são benignos, mas alguns podem evoluir com o tempo, se não detetadas e tratadas.
Por isso, o seu identificação precoce é fundamental. A colonoscopia permite não só detetá-los, mas também removê-los no mesmo procedimento, evitando a sua possível progressão e atuando de forma preventiva.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar para avaliação quando existem Antecedentes pessoais ou familiares, sintomas digestivos persistentes a partir de certa idade como parte de programas de prevenção.
Sintomas associados
Testes diagnósticos associados
- Colonoscopia. Prova principal para detetar e extirpar pólipos.
- Cromoendoscopia. Permite melhorar a visualização e caracterização dos pólipos através de colorações.
- REM (Ressecção Mucosa Endoscópica). Permite extirpar pólipos de grande dimensão de forma minimamente invasiva.
- DSE (Dissecção Submucosa Endoscópica). Permite a extração completa e numa só peça de lesões complexas ou planas.
Porquê tratá-la em GASTEA
Identificamos e tratamos pólipos antes de que evoluam.
Elevada experiência em ressecção de pólipos complexos.
Extirpação durante a colonoscopia.
Controlo adaptado ao tipo e características do pólipo.
Perguntas frequentes
Não. A maioria é benigna, embora algumas possam evoluir com o tempo.
Sim. Na maioria dos casos são removidos através de colonoscopia.
Não. Muitas vezes não produzem incómodos, pelo que a deteção precoce é fundamental.
Sim. O acompanhamento depende do tipo e número de pólipos detetados.
Especialistas
Lesões colorretais laterais extensas (LCE)
Em que consiste?
Las lesões colorretais laterais extensas (LCE) são pólipos ou lesões que crescem de forma superficial e extensa ao longo da mucosa do cólon ou reto, em vez de o fazerem de forma elevada. Geralmente são de maior tamanho e requerem uma avaliação mais especializada.
Embora muitas destas lesões sejam benignas, algumas podem apresentar alterações pré-cancerosas ou evoluir com o tempo. Por isso, é fundamental detetá-las e tratadas de forma adequada através de técnicas endoscópicas avançadas.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando se têm pólipos complexos detetados numa colonoscopia anterior, existe suspeita de lesões extensas ou é necessária uma segunda opinião para avaliar o tratamento mais adequado.
Sintomas associados
Testes diagnósticos associados
- Colonoscopia. Prova principal para detetar e extirpar pólipos.
- Cromoendoscopia. Permite diferenciar áreas com risco de malignidade através do uso de contrastes ópticos.
- REM (Ressecção Mucosa Endoscópica). Permite a extirpação da lesão através de uma técnica de corte por fragmentos (piecemeal).
- DSE (Dissecção Submucosa Endoscópica). Permite extrair a lesão completa e numa só peça, garantindo a cura total.
Porquê tratá-la em GASTEA
Experiência em técnicas como DSE ou RME para lesões complexas.
Tratamento endoscópico em muitos casos sem necessidade de intervenção cirúrgica.
Avaliação detalhada para decidir a melhor técnica.
Abordagem por especialistas em lesões colorretais complexas.
Perguntas frequentes
Nem sempre, mas algumas podem ter potencial de evoluir se não forem tratadas.
Sim. Em muitos casos, podem ser tratados com técnicas endoscópicas avançadas.
Porque o seu tamanho e extensão tornam necessário um enfoque mais preciso.
Sim. Após o tratamento, é importante fazer um acompanhamento para verificar se a lesão foi completamente eliminada e detetar possíveis recidivas, especialmente devido ao seu tamanho e extensão.
Especialistas
Obstipação crónica
Em que consiste?
El Obstipação crónica é um distúrbio em que existe dificuldade persistente em evacuar, com fezes pouco frequentes ou incompletas. Não se trata apenas de ir menos vezes à casa de banho, mas sim de Como funciona o processo de evacuação.
Pode dever-se a diferentes causas, como um trânsito intestinal lento ou problemas na coordenação do pavimento pélvico. Por isso, é importante um estudo adequado para identificar a origem e aplicar o tratamento mais eficaz.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando há dificuldade em evacuar normalmente, sensação de evacuação incompleta ou necessidade de usar laxantes de forma frequente, especialmente se o problema se mantiver no tempo.
Sintomas associados
Porquê tratá-la em GASTEA
Identificámos a causa real da obstipação.
Experiência em alterações do trânsito e da evacuação.
Adaptado consoante o tipo de obstipação.
Valorizamos todo o sistema digestivo para um melhor controlo.
Perguntas frequentes
Não. Podem existir causas funcionais ou problemas na motilidade intestinal.
Depende do caso, mas é importante avaliar a causa antes de os utilizar de forma continuada.
Sim. Existem múltiplas opções, dependendo da origem do problema.
Sim, se não for estudado e tratado adequadamente.
Especialistas
Diverticulose e Diverticulite
Em que consiste?
A diverticulose é a presença de pequenas bolsas (divertículos) na parede do cólon, que geralmente aparecem com a idade e, em muitos casos, não produzem sintomas. É um achado frequente que, por si só, nem sempre requer tratamento.
La diverticulite surge quando um desses divertículos inflama ou infeita, provocando sintomas mais intensos. Nestes casos, é importante um diagnóstico adequado para tratar o episódio e prevenir recorrências.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando existir dor abdominal, especialmente na parte esquerda, febre, alterações no ritmo intestinal ou antecedentes de diverticulite e que necessita de avaliação ou seguimento.
Sintomas associados
Testes diagnósticos associados
- Colonoscopia. Permite identificar divertículos e avaliar o cólon.
- TAC. Permite confirmar a inflamação e detetar complicações como abcessos ou perfurações.
Porquê tratá-la em GASTEA
Diferenciamos entre diverticulose e episódios de diverticulite.
Controlamos a evolução e prevenimos complicações.
Tratamento adaptado a cada fase e doente.
Avaliação especializada em patologia do cólon.
Perguntas frequentes
Não. Em muitos casos não produz desconforto e é detetada de forma incidental.
Depende do caso, mas requer tratamento médico e acompanhamento adequado.
Em alguns casos sim, com medidas adaptadas e controlo médico.
Sim, especialmente após episódios de diverticulite.
Especialistas
Doença inflamatória intestinal
Em que consiste?
A Doença inflamatória intestinal (DII) inclui principalmente duas patologias: a doença de Crohn e a colite ulcerosa. Caracterizam-se por uma inflamação crónica do aparelho digestivo que pode afetar a diferentes zonas do intestino.
Tratam-se de doenças de evolução variável, com períodos de atividade e fases de maior controlo. Por isso, é fundamental um diagnóstico preciso e um acompanhamento especializado para adaptar o tratamento em cada momento.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando existem sintomas digestivos persistentes como diarreia prolongada, dor abdominal, presença de sangue nas fezes ou perda de peso, especialmente se se mantiverem ao longo do tempo.
Sintomas associados
- Espasmos intestines (dor cólica).
- Diarreia persistente.
- Alternância de diarreia e obstipação.
- Alterações de ritmo intestinal.
- Urgência em defecar.
- Tenesmo. Sensação de evacuação incompleta.
- Sangue nas fezes.
- Sangramento ao limpar-se.
- Muco nas fezes.
- Comichão anal.
- Dor anal.
- Astenia. Cansaço ou fraqueza.
- Anemia a deficiência de ferro
Testes diagnósticos associados
- Colonoscopia. Permite visualizar a mucosa do cólon e obter biópsias para confirmar a inflamação.
- Análises às fezes. Para descartar infeções parasitárias, bacterianas ou a presença de sangue oculto no trato digestivo.
- Calprotectina. Permite medir o nível de atividade inflamatória intestinal de forma não invasiva.
- RMN (Ressonância Magnética Nuclear). Oferece uma visão detalhada das camadas da parede intestinal e possíveis complicações externas.
- Ecografia abdominal. Para avaliar a espessura das asas intestinais e monitorizar a evolução da patologia digestiva.
Porquê tratá-la em GASTEA
Diferenciamos com precisão entre Crohn e colite ulcerosa.
Adaptamos o tratamento de acordo com a evolução da doença.
Experiência em doenças digestivas complexas e crónicas.
Tratamento adaptado a cada doente e fase da doença.
Perguntas frequentes
Não. A DII implica inflamação real do intestino, enquanto a SII é um distúrbio funcional.
Não tem cura definitiva, mas pode ser bem controlada com tratamento.
Na maioria dos casos sim, embora o tipo de tratamento dependa de cada doente e da fase da doença.
Sim, em alguns casos pode ter manifestações fora do intestino.
Especialistas
Cancro colorretal
Em que consiste?
El Cancro colorretal É uma doença em que células anormais se desenvolvem no cólon ou no reto, podendo crescer de forma progressiva. Em muitos casos, tem origem em pólipos que, ao longo do tempo, podem evoluir se não forem detetados.
A deteção precoce é fundamental, pois em fases iniciais pode ser tratado com melhores resultados e, inclusivamente, através de técnicas menos invasivas. Por isso, o diagnóstico y o controlo adequado são fundamentais na sua abordagem.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar um médico perante sintomas como sangue nas fezes, alterações persistentes no ritmo intestinal, perda de peso inexplicada antecedentes pessoais ou familiares de cancro colorretal.
Sintomas associados
- Diarreia persistente.
- Obstipação persistente.
- Alternância de diarreia e obstipação.
- Alterações de ritmo intestinal.
- Urgência em defecar.
- Tenesmo. Sensação de evacuação incompleta.
- Sangue nas fezes. Visível ou detetada em testes.
- Sangramento ao limpar-se.
- Muco nas fezes.
- Dor anal.
- Perda de peso inexplicada (involuntária).
- Astenia. Cansaço ou fraqueza.
- Anemia a deficiência de ferro.
Testes diagnósticos associados
- Colonoscopia. Exame endoscópico do cólon para deteção de pólipos, inflamação ou tumores.
- Cromoendoscopia. Permite identificar lesões diminutas através de tincções.
- DSE (Dissecção Submucosa Endoscópica). Permite a extração completa e numa só peça de lesões complexas ou planas.
- REM (Ressecção Mucosa Endoscópica). Permite extirpar pólipos de grande dimensão de forma minimamente invasiva.
- TAC. Permite examinar o cólon de forma não invasiva através de radiologia 3D.
- Ressonância magnética nuclear (RMN). Permite obter imagens de alta precisão dos tecidos moles.
- Ecoendoscopia. Permite avaliar a profundidade das lesões e estruturas adjacentes.
Porquê tratá-la em GASTEA
Identificámos lesões em fases iniciais.
Experiência em diagnóstico e tratamento de lesões complexas.
Avaliação completa para decidir a melhor abordagem.
Controlo adaptado conforme cada caso e evolução.
Perguntas frequentes
Sim. A deteção e remoção de pólipos reduzem significativamente o risco.
Não. Em fases iniciais pode não produzir incómodos.
Sim, especialmente a partir de certa idade ou com antecedentes.
Em fases iniciais, em alguns casos, sim, através de técnicas endoscópicas.
Especialistas
- Avaliação clínica completa. Estudo de sintomas, antecedentes e fatores de risco.
- Plano de diagnóstico personalizado. Indicação de exames e orientação da melhor abordagem.
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