Las lesões subepiteliais são abaulamentos ou massas que se originam na parede do tubo digestivo e ficam cobertas por uma mucosa de aspeto normal. Costumam ser detetados de forma incidental numa endoscopia e, embora muitas vezes não produzam sintomas, é importante avaliá-las bem pois algumas são benignas e outras podem requerer estudo ou acompanhamento. Seguidamente, veremos em que consistem e quais são as suas características principais.
Tumores neuroendócrinos
Em que consiste?
Los tumores neuroendócrinos sou um tipo de tumor que se origina em células especializadas do sistema digestivo capazes de produzir hormonas. Podem aparecer em distintas localizações, como o pâncreas, o intestino ou o estômago.
Em muitos casos crescem de forma lenta e podem não dar sintomas durante muito tempo, o que torna fundamental a sua deteção e avaliação especializada. O seu comportamento é muito variável, pelo que cada caso requer um estudo individualizado.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando existem achados em exames de imagem, sintomas digestivos persistentes sem causa aparente ou suspeita de alterações hormonais relacionadas com o sistema digestivo.
Sintomas associados
- Dor abdominal. Incómodos persistentes ou inespecíficos.
- Diarreia ou alterações intestinais. Alterações sem causa aparente.
- Perda de peso inexplicada. Perda de peso sem razão aparente, especialmente se acompanhada de outros sintomas digestivos.
- Sintomas digestivos inespecíficos. Incómodos como náuseas, digestões pesadas ou mal-estar abdominal difícil de concretizar.
Testes diagnósticos associados
- Gastroscopia. Permite visualizar diretamente lesões na mucosa do trato superior e biopsiá-las.
- DSE (Dissecção Submucosa Endoscópica). Permite a extirpação completa de tumores profundos numa só peça.
- REM (Ressecção Mucosa Endoscópica). Permite extrair lesões superficiais de forma minimamente invasiva.
- Ecoendoscopia. Permite estudar lesões com alta precisão.
- TAC. Permite localizar o tumor primário e avaliar possíveis metástases a distância.
- Ressonância magnética. Permite uma avaliação detalhada de lesões hepáticas comuns nestes tumores.
Porquê tratá-la em GASTEA
Experiência em tumores raros e complexos.
Utilização de técnicas avançadas para caracterizar a lesão.
Cada caso é estudado de forma personalizada.
Especialmente indicado em segundas opiniões.
Perguntas frequentes
Nem sempre. Muitos têm um crescimento lento, embora alguns possam comportar-se de forma mais agressiva, exigindo avaliação e acompanhamento especializados.
Não. Em muitos casos são detetados de forma incidental.
Depende do tipo e da localização, mas em alguns casos sim.
Sim, é fundamental para controlar a sua evolução.
Pâncreas ectópico
Em que consiste?
El pâncreas ectópico é uma alteração em que existe tecido pancreático localizado fora do seu local habitual, sem ligação direta com o pâncreas principal. Costuma encontrar-se no estômago, no duodeno ou noutras zonas do aparelho digestivo.
Na maioria dos casos é um achado benigno y é detetado de forma incidental. No entanto, em alguns doentes pode produzir sintomas ou gerar dúvidas diagnósticas, pelo que requer uma avaliação especializada.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando foi detetada uma lesão numa endoscopia o teste de imagem para pâncreas ectópico, ou quando existem sintomas digestivos sem causa aparente que requeiram estudo.
Sintomas associados
- Dor abdominal. Incómodos na parte superior do abdómen.
- Digestões pesadas ou mal-estar digestivo. Sensação de peso após as refeições ou desconforto inespecífico.
- Náuseas. Digestões pesadas ou mal-estar digestivo.
- Ausência de sintomas. Em muitos casos, é detetado de forma incidental.
Testes diagnósticos associados
- Gastroscopia. Permite identificar a lesão no tubo digestivo.
- Ecoendoscopia. Técnica chave para caracterizar a lesão em profundidade.
Porquê tratá-la em GASTEA
Diferenciamos esta lesão de outras mais relevantes.
Ecoendoscopia para caracterização detalhada.
Especialmente útil perante achados duvidosos.
Decidimos se requer controlo ou não, consoante o caso.
Perguntas frequentes
Não costuma ser, embora deva ser valorizado para confirmar a sua natureza.
Não. Em muitos casos, apenas requer acompanhamento.
Em alguns casos sim, dependendo do seu tamanho e localização.
Lipoma
Em que consiste?
El lipoma é um tumor benigno formado por tecido adiposo que pode aparecer em distintas zonas do aparelho digestivo, como o cólon, o estômago ou o intestino delgado.
Na maioria dos casos não produz sintomas e é detetado de forma incidental numa endoscopia ou exame de imagem. No entanto, quando atinge certo tamanho ou localização, pode gerar incómodos e requerer avaliação especializada.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando foi detetada uma lesão compatível com lipoma num teste ou quando existem sintomas digestivos sem causa clara que requerem estudo.
Sintomas associados
- Dores abdominais. Sensação de desconforto ou pressão, especialmente se a lesão aumentar de tamanho.
- Alterações no ritmo intestinal. Podem surgir em alguns casos, conforme a localização da lesão.
- Hemorragia digestiva. É pouco frequente, mas pode surgir em lesões de maior dimensão.
- Ausência de sintomas. É pouco frequente, mas pode surgir em lesões de maior dimensão.
Porquê tratá-la em GASTEA
Diferenciamos lipomas de outras lesões.
Ecoendoscopia para uma caracterização detalhada.
Especialmente útil em achados duvidosos.
Decidimos se requer controle ou tratamento.
Perguntas frequentes
Não. É uma lesão benigna formada por tecido adiposo.
Sim, sobretudo se aumentar de tamanho ou se localizar em zonas que possam dificultar a passagem dos alimentos.
Sim, embora normalmente de forma lenta.
Sim, por isso é importante um diagnóstico adequado.
Leiomioma
Em que consiste?
El leiomioma é um tumor benigno que se origina no músculo liso do tubo digestivo. Pode aparecer em diferentes localizações, embora seja mais frequente no esófago e, na maioria dos casos, tem um crescimento lento.
Muitas vezes é detetado de forma incidental durante uma endoscopia ou exame de imagem. Embora seja geralmente benigno, é importante avaliá-lo corretamente para o diferenciar de outras lesões submucosas e decidir se necessita de acompanhamento ou tratamento.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendável consultar quando se tem detetada uma lesão submucosa compatível com leiomioma numa endoscopia ou exame de imagem, ou quando existem sintomas digestivos que requerem uma avaliação mais precisa.
Sintomas associados
- Dificuldade em engolir. Pode aparecer quando o leiomioma se localiza no esófago.
- Moléstias torácicas ou abdominais. Sensação de pressão ou desconforto, dependendo da localização da lesão.
- Sintomas por efeito de massa. Em lesões de maior dimensão, podem surgir desconfortos por compressão, dependendo do seu tamanho e localização.
- Ausência de sintomas. Em muitos casos, é detetado de forma incidental.
Testes diagnósticos associados
- Gastroscopia. Permite localizar o tumor e observar o seu aspeto sob a mucosa gástrica ou esofágica.
- DSE (Dissecção Submucosa Endoscópica). Permite a extirpação completa da lesão das camadas profundas da parede.
- Ecoendoscopia. Permite um acompanhamento visual e descartar outras patologias semelhantes.
Porquê tratá-la em GASTEA
Diferenciamos o leiomioma de outras lesões submucosas.
A ecoendoscopia permite uma caracterização muito mais detalhada.
Especialmente útil em lesões duvidosas ou de maior dimensão.
Decidimos se requer controlo, tratamento endoscópico ou revisão periódica.
Perguntas frequentes
Não. Trata-se de um tumor benigno de crescimento habitualmente lento.
Não. Depende do tamanho, da localização, dos sintomas e das dúvidas diagnósticas.
Sim, sobretudo se aumentar de tamanho ou estiver numa zona que dificulte a passagem dos alimentos.
Sim. É por isso que um estudo adequado é importante para o caracterizar bem.
O ESSENCIAL
Em que consiste?
El O ESSENCIAL é um tipo de tumor que se origina na parede do trato digestivo, mais frequentemente no estômago e no intestino delgado. Embora alguns cresçam lentamente e possam ser detetados de forma incidental, outros podem ter um comportamento mais agressivo, pelo que requerem uma avaliação especializada.
O seu diagnóstico preciso é fundamental para diferenciá-lo de outras lesões submucosas e definir a melhor abordagem. Dependendo do tamanho, localização e suas características, pode requerer acompanhamento, tratamento endoscópico ou cirurgia, além de outros terapias em casos selecionados.
Quando posso ter a primeira consulta?
É recomendávelConsultar quando uma lesão submucosa for detetada numa endoscopia ou exame de imagem, quando existem sintomas digestivos persistentes sem causa aparente ou quando é necessária uma segunda opinião para avaliar melhor o diagnóstico e o tratamento.
Sintomas associados
- Dor abdominal. Pode surgir como um incómodo persistente, progressivo ou de difícil localização.
- Hemorragia digestiva. Pode manifestar-se como sangue nas fezes, vómitos com sangue ou anemia.
- Saciedade precoce ou mal-estar digestivo. Sensação de saciedade precoce ou desconforto após comer.
- Ausência de sintomas. Em muitos casos, é detetado de forma incidental.
Testes diagnósticos associados
- Gastroscopia. Permite localizar tumores sob a mucosa e avaliar o seu aspeto externo.
- Cromoendoscopia e magnificação. Permite diferenciar a lesão de outros tipos de crescimentos epiteliais.
- DSE (Dissecção Submucosa Endoscópica). Permite a remoção completa de tumores que surgem de camadas profundas.
- REM (Ressecção Mucosa Endoscópica). Permite extirpar lesões pequenas e confirmar a sua natureza.
- Ecoendoscopia. Permite a inspeção direta do trato e a colheita de amostras de tecido.
- TAC. Permite determinar o tamanho exato do tumor e descartar envolvimento de outros órgãos.
- Ressonância magnética. Permite uma avaliação pormenorizada da relação do tumor com as estruturas vizinhas.
Porquê tratá-la em GASTEA
Diferenciamos o GIST de outras lesões submucosas ou tumores digestivos.
A ecoendoscopia permite uma avaliação muito mais detalhada da lesão.
Especialmente útil quando há dúvidas diagnósticas ou necessidade de uma segunda opinião.
O tratamento depende do tamanho, da localização e do risco de cada caso.
Perguntas frequentes
Nem sempre. Alguns GIST têm baixo risco e crescimento lento, enquanto outros podem ter um comportamento mais agressivo.
Não. Muitas vezes é detetada de forma incidental antes de dar queixas.
Sim. É por isso que é importante caracterizar bem a lesão com testes específicos como a ecoendoscopia e, em alguns casos, biópsia.
Nem sempre. O tratamento depende do tamanho, da localização e do risco da lesão.
Especialistas
- Avaliação clínica completa e personalizada. Análise detalhada de sintomas, antecedentes e provas prévias para entender o seu caso em profundidade.
- Orientação diagnóstica clara. Definição dos seguintes passos, testes necessários e abordagem mais adequada desde o início.
Contacte-nos
Utilize o formulário e envie-nos uma mensagem. Entraremos em contacto consigo o mais rapidamente possível para o endereço de e-mail que nos facultar.